Quem somos?
O Prout Research Institute Portugal (PRIP) foi fundado em 2013 com a missão de dar a conhecer o sistema socio-económico proutista, de forma integral e demonstrativa.
Na nossa essência, somos uma associação de activistas, cidadãos, apaixonados pela ideia duma sociedade mais justa, sustentável e dinâmica, onde a diversidade e fraternidade são encorajadas e celebradas. Assim, divulgamos e promovemos a visão de uma sociedade mais cooperante e próspera, através de o empoderamento individual e colectivo que se manifesta na forma como a sociedade é gerida.
O Cova da Beira Converge (CBC) é um movimento de cidadãos e organizações que se unem para definirem e implementarem acções concretas que aumentem a auto-suficiência e resiliência desta bio-região, fomentem a participação cidadã, impulsionem a economia local e aumentem ao nível da qualidade de vida da população.
O PRIP é o promotor deste projecto que visa o desenvolvimento socioecómico da Bio-Região da Cova da Beira através de um planeamento descentralizado e de um processo participativo, contando com o envolvimento de intervenientes de diferentes esferas da sociedade.
Pode saber mais sobre este projecto e acompanhar o seu desenvolvimento através do seu site.
Próximos eventos
O PRIP deu o seu parecer DESFAVORÁVEL ao projeto reformulado da Central Solar de Sophia. Embora o promotor tenha reduzido a dimensão do projeto, os impactos continuam a ser inaceitáveis para a Beira Baixa.
Eis o que está em causa:
Energia para gigantes tecnológicos: a eletricidade destina-se a multinacionais (Google, Microsoft e H&M), sem benefícios energéticos diretos para a população local.
Prejuízo para a economia rural: a central vai ocupar 1.177 hectares para gerar apenas 15 empregos estáveis. Além disso, ameaça o setor da apicultura e o Mel da Beira Baixa DOP.
Riscos ambientais e para a saúde: destruição de floresta, riscos de incêndios associados às baterias, cujo aumento de capacidade é de 26,3%, e exposição a campos eletromagnéticos potencialmente nocivos.
Falta de garantias: as medidas de compensação anunciadas não dispõem de garantias financeiras vinculativas que assegurem a sua execução a longo prazo.Não somos contra a energia solar. Somos contra modelos que exploram os recursos locais sem um retorno justo para as populações e para o ambiente.
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Assina a petição pública até dia 21
!E participa no Mega Protesto, às 14h30, em Lisboa.