Socialismo

Socialismo é um termo abrangente que se refere a uma variedade de teorias económicas, políticas e sociais. A maioria contrasta com o capitalismo, opondo-se à propriedade privada, às relações competitivas e aos mercados livres e sem restrições. Dentro do pensamento socialista, existem diferenças em relação ao facto de quanto o governo deve controlar a economia, se o governo deve controlar a economia de todo, e se a trancisão para o socialismo deve ser implementado por meio de reformas ou revoluções.

Prout, muitas vezes caracterizado como “socialismo progressivo”, fornece um sistema único e integrado que se alinha às abordagens socialistas, mas também difere em aspectos importantes. Em relação à propriedade, Prout cria uma estrutura económica de três níveis, que permite a propriedade privada de pequenas empresas, a fim de estimular a inovação. No entanto, a maior parte da atividade económica de médio e grande porte é controlada por cooperativas independentes, juntamente com as principais indústrias estatais. Por meio da descentralização económica, Prout substitui o planeamento centralizado a nível nacional pelo controlo local dos mercados, a fim de criar autossuficiência e riqueza locais.

Enquanto o socialismo está essencialmente preocupado em fornecer aos seres humanos bem-estar material, os valores de Prout são baseados em valores neo-humanistas universais, que vêem a economia como um meio de apoiar não apenas a vida humana, mas também de proteger o mundo natural. É uma abordagem ecológica que respeita os direitos não negociáveis ​​da Natureza.

Prout, portanto, incorpora características úteis do capitalismo de pequena escala e do socialismo, enquanto, ao mesmo tempo, transcende ambos.

Cortesia de: Prout Global

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Espiritualidade

A filosofia subjacente de Prout é fundamentalmente de natureza espiritual, não porque subscreve a uma visão religiosa específica, mas porque reconhece a unidade inerente de toda a vida e a essência espiritual no âmago de todos os seres. Essa visão espiritual também reconhece a convergência entre consciência e matéria, criando uma rede viva na qual os humanos se devem esforçar para coexistir em harmonia.

Os seres humanos não são apenas seres físicos e mentais, mas também espirituais. O planeamento político e económico deve, portanto, reconhecer essas três dimensões da vida. A espiritualidade engloba a racionalidade, os valores universais e a ciência, e não deve ser confundida com nenhum domínio religioso específico. A espiritualidade pode ser descrita como a sabedoria universal no centro de todas as religiões.

A visão de Prout apoia a humanidade no alcançe do progresso, não apenas na esfera material ou mental, mas no alcançe da felicidade interior através da auto-realização a nível espiritual. A sua estrutura económica e social foi desenvolvida para atender às necessidades básicas das pessoas, permitindo que elas se concentrem no desenvolvimento de qualidades de amor, compaixão e igualdade entre si e com o mundo natural.

Cortesia de: Prout Global

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Sustentabilidade

Sustentabilidade refere-se à capacidade dos sistemas de se “sustentarem” ou resistirem ao longo do tempo. Desde a década de 1980, entidades públicas e privadas em todo o mundo adoptaram o caminho do ‘desenvolvimento sustentável’, onde os sistemas humanos avançam de maneira a atender às necessidades actuais e futuras da humanidade. Esses esforços incluem equilibrar o desenvolvimento económico com o desenvolvimento social e a proteção ambiental – uma abordagem de “triple bottom-line“. Infelizmente, o progresso em direção à sustentabilidade nos últimos 30 anos foi limitado, devido à ganância insustentável do capitalismo, independentemente dos custos sociais e ambientais.

A sustentabilidade só pode ser alcançada substituindo o capitalismo por um sistema socioeconômico mais humano, holístico, ambientalmente sensível e dinâmico. Prout aborda a sustentabilidade das seguintes maneiras:

  • Adota um sistema de valores universal, o neo-humanismo (ou universalismo), que se baseia no respeito por todos os seres vivos, bem como a todo o mundo inanimado.

  • Utiliza ao máximo recursos materiais e humanos por meio de conhecimento e know-how, a fim de atender às necessidades de uma população em crescimento, respeitando a capacidade dos recursos.

  • Descentraliza a economia para que as comunidades possam planear as suas economias de uma maneira que seja mais sensível às necessidades locais, utilização adequada de recursos e proteção ambiental.

  • Incentiva a elevação das actividades humanas, da satisfação material para a expansão mental e realização espiritual. À medida que os humanos evoluem para necessidades e interesses mais subtis, haverá menos procura a por recursos físicos limitados.

Cortesia de: Prout Global

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Democracia

A democracia política, onde as pessoas escolhem os seus líderes do governo através de eleições livres e abertas, ocupa um lugar vital na sociedade, mas pode ser melhorada ao:

  1. educar a população política e economicamente,
  2. garantir que os líderes políticos sejam éticos e cumpram as suas promessas de campanha,
  3. impedir que a política seja controlada ou indevidamente influenciada por interesses financeiros e outros interesses.

No entanto, para melhorar a vida das pessoas mais diretamente, Prout enfatiza a democracia económica ainda mais do que a democracia política. Enquanto a votação ocorre a cada 2-4 anos, o desempenho de actividades na economia é, para a maioria das pessoas, uma actividade diária. Assim, a democracia económica, no local de trabalho e na área local, é uma maneira directa pela qual as pessoas podem assumir o controlo sobre as suas vidas. Por meio do planeamento económico local, as localidades podem construir economias saudáveis, garantindo que:

  1. os requisitos mínimos são garantidos a todos
  2. o poder de compra das pessoas aumenta ao longo do tempo, elevando o nível de vida à medida que bens e serviços se tornam mais acessíveis
  3. todas as decisões económicas estão nas mãos da população local através dos seus conselhos de planeamento locais
  4. indivíduos ou empresas provenientes de fora da área local são impedidos de controlar, explorar ou interferir na economia local
  5. os recursos são utilizados de maneira sustentável e racional e os direitos de animais e plantas são protegidos

Em Prout, um dos papéis essenciais da democracia política seria apoiar os objetivos da democracia económica.

Cortesia de: Prout Global

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Comércio

O livre comércio entre países industrialmente avançados pode ser de benefício mútuo. No entanto, o livre comércio entre países ricos e pobres é geralmente prejudicial para o parceiro comercial menos desenvolvido. A posição dominante do parceiro comercial mais desenvolvido geralmente resulta em acordos comerciais que enriquecem o país mais rico às custas do mais pobre.

Prout sugere que os países que tentam desenvolver sua capacidade industrial protejam suas indústrias menos desenvolvidas através de tarifas e restrições de importação. Assim que as indústrias se desenvolvam o suficiente para competir, elas podem ser gradualmente expostas ao comércio em àreas comerciais locais que podem se expandir geograficamente ao longo do tempo. Para maximizar o seu rendimento, é melhor que os países em desenvolvimento exportem apenas produtos acabados ou semi-acabados, e não apenas matérias-primas. Por exemplo, ao exportar roupas em vez de algodão, mais pessoas são empregadas na produção e há maior lucro quando os produtos são vendidos, estimulando a economia local.

No entanto, numa situação em que um país possui vastos recursos de matérias-primas, como o petróleo, a exportação pode ser mutuamente benéfica, pois o país exportador beneficiará do comércio da sua matéria-prima excedente e o país importador poderá obter um recurso muito necessário que falta. Segundo Prout, os países exportadores de petróleo precisam usar os lucros desse comércio para diversificar as suas próprias indústrias locais. A troca de matérias-primas pode ser uma ótima maneira para os países em desenvolvimento que não têm dinheiro para negociar para garantir a suficiência em alimentos e outras necessidades básicas. Em geral, a principal estratégia aqui é que tanto os países em desenvolvimento quanto os desenvolvidos desenvolvam primeiro uma economia industrial e agrícola auto-suficiente, tanto quanto possível, antes de iniciar um comércio em larga escala. Dessa forma, negociarão em condições mais equitativas, o que beneficiará todas as partes envolvidas.

Cortesia de: Prout Global

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Cooperativas

A estrutura económica de Prout possui três camadas.

  • Os principais setores, como a  energia, pertencem e são operados pelo governo local ou estatal.
  • As empresas de médio e grande porte operam como cooperativas e são de propriedade dos trabalhadores.
  • As empresas privadas de pequena escala são de propriedade de indivíduos.

O principal defeito do capitalismo é que ele criou uma economia centralizada e com único fim a maximização de lucros. Isso consolida o poder económico nas mãos de alguns indivíduos e algumas grandes corporações. No modelo proutista, essas empresas monopolistas são transformadas em cooperativas.

O modelo cooperativo coloca a tomada de decisão e o poder executivo nas mãos dos funcionários de uma empresa, em vez de um pequeno número de CEOs e accionistas.

As cooperativas da Mondragon na Espanha demonstraram que as cooperativas são a maneira mais eficaz de reduzir a desigualdade e manter o pleno emprego. Outros benefícios das cooperativas incluem a contratação de residentes locais e investimento comunitário. Com a mudança de grandes empresas privadas para cooperativas, Prout alcançará uma democratização da economia que responderá às necessidades das comunidades.

Cortesia de: Prout Global

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Conferência “Uma Nova Visão para a Europa” – 2020

“Uma nova visão para a Europa” – dias 28 e 29 de Fevereiro, 2020

Em parceria com o Future Planet Europe, o PRIP co-organizou uma conferência na Universidade Nova de Lisboa, que procurou responder às seguintes questões.

Qual é o futuro da Europa?
O European Green Deal (Acordo Verde Europeu) é verde o suficiente?
Como criar uma economia mais cooperativa?
Como evitar com que a tecnologia controle as nossas vidas?
Podemos revitalizar a economia local na UE?
Como proteger melhor os interesses nacionais na UE?
Podemos confinar nas corporações para ajudarem a proteger as pessoas e o meio ambiente?

A experiência da União Europeia em economia de mercado e burocracia política está a acarretar um número crescente de desafios económicos, sociais e ambientais.

Assim, quais são as soluções? Como podemos criar um melhor acordo económico e ambiental para a Europa? Como podemos ajudar os mercados para que tanto as pessoas como o ambiente possam prosperar? Como podemos criar sociedades resilientes que possam reduzir tanto o desperdício como a desigualdade económica? Como podemos combater as mudanças climáticas e, ao mesmo tempo, aumentar o padrão de vida dos mais desfavorecidos?

Nesta conferência, alguns dos pensadores e ativistas mais visionários da atualidade compartilharam as suas ideias sobre como podemos – do local ao global – resolver alguns destes desafios e criar uma sociedade mais sustentável e equitativa.

Alguns dos oradores:

Erik S. Reinert
Economista, autor de How Rich Countries Got Rich and How Poor Countries Stay Poor (Como países ricos ficaram ricos e como países pobres continuam pobres)

Helena Nordberg-Hodge
Escritora, organizadora das Conferências da Economia da Felicidade

James Quilligan
Diretor Geral, Economic Democracy Advocates (Apoiantes da Democracia Económica)

Roar Bjonnes
Autor, Growing a New Economy

Paulo de Morais
Co-fundador da ONG Transparência e Integridade – Associação Cívica (TIAC)

Álvaro Fonseca
Coordenador da Rede para o Decrescimento

Gil Pessanha Penha-Lopes
Investigador, FCUL
Co-fundador, ECOLISE

Gabriel Leite Mota
Economista, Doutorado em Economia da Felicidade

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Planeamento Regional

Uma Nova Visão Para A Cova da Beira

É com o intuito de pensar num futuro novo para a àrea da Cova da Beira que o PRIP  se propôs a lançar esta iniciativa de estudo e planeamento. Baseado na teoria de utilização progressiva, procuramos encontrar acções progressivas e resilientes que sirvam como soluções práticas para os problemas sociais e económicos vividos pela população. A nossa visão de um Portugal próspero, justo e que primora pelo bem social, prende-se necessariamente com o desenvolvimento equilibrado de todas as regiões do nosso país. Desta forma, este estudo visa apresentar soluções concretas e práticas para uma destas regiões, uma das mais fustigadas pelas perenes crises do sistema actual.

Urge fomentar um clima de esperança para todos. O Covid-19 veio mostrar a fragilidade do nosso sistema económico baseado no comércio global. O capitalismo desenfreado vivido hoje nas sociedades de grande parte do planeta, cujo objectivo é alimentar o lucro de muito poucos já não serve à nossa sociedade. Baseado numa filosofia mercantilista, e resultante do pensamento de países imperialistas do século XVIII, o capitalismo surgiu em circunstâncias que não se aplicam actualmente. O século XXI precisa de novas ideias, de uma nova filosofia, de numa nova forma de reger a vivência económica da sociedade. Prout, com a sua aposta na democracia económica, economia tripartida e o desenvolvimento de bioregiões responde a muitas das fragilidades estruturais do capitalismo, oferecendo conceitos ousados que se propõem a proporcionar condições de vida dignas a todos os cidadãos.

Escolhemos a Cova da Beira, que abrange os concelhos da Covilhã, Fundão e Belmonte, para este estudo. É uma região empobrecida do interior do país, envelhecida, cujo rendimento médio mensal por habitante é bem inferior à média nacional (853 euros por habitante) e apresentando fracos índices de competitividade a nível nacional. Apresenta no entanto inúmeros recursos subaproveitados; com um dos mais elevados índices de qualidade ambiental (associadas às pressões exercidas sobre o meio ambiente e território) é delimitada por duas serras, que apresenta recursos de desenvolvimento único, com características geográficas e culturais suas.  Este facto permite-nos pensar em soluções de desenvolvimento autênticas à região, aproveitando as suas potencialidades, que porventura não se aplicam a outras regiões. Acreditamos na autodeterminação regional, na supremacia do povo, e na capacidade das suas gentes. Assim, este estudo aposta em criar um plano de desenvolvimento em cooperação com a população.

Durante este clima de instabilidade, é imperativo pensar em alternativas que nos permitam ser mais resilientes, que nos permitam criar sistemas que sirvam o cidadão. É com o interesse do cidadão em primeiro lugar que baseamos esta iniciativa. Durante este estudo, ofereceremos diversas oportunidades a todos os que quiserem fazer parte deste processo.

Objectivos:

O objectivo central deste projecto é criar um plano de desenvolvimento integral para a Cova da Beira, que utilize e potencie de forma progressiva os recursos autoctones à região, tanto humanos como naturais, e que permita desenvolver acções concretas para alimentar a ecónomia local e aumentar o nível e qualidade de vida da população. Um projecto ambicioso, mas necessário. Durante anos, o interior do país viu-se flagelado por políticas não-conducentes ao bem estar. Chegou a hora do povo traçar o seu próprio destino, agarrando as rédeas do que é seu e trilhando um futuro que afinal é seu por direito. Uma região resiliente e auto-determinada, proporcionando uma vida desafogada para todos, com suficientes oportunidades de emprego, e amplo espaço para desenvolvimento pessoal está nas mãos de todos, colectivamente. No esforço colaborativo e na coordenação jaz o segredo para um futuro sustentável e resiliente, justo e benevolente. O PRIP propõem-se a ser um catalizador para esse futuro.

 

Metodologia:

A nossa metodologia de trabalho é inspirada nos mesmos valores com que envisionamos a sociedade, cooperante, onde os cidadãos se juntam para debater e criar soluções para os seus problemas. Este estudo foca-se primariamente em ouvir a população, conhecer o que a aflige, o que a inspira, os seus recursos e talentos;  um processo imersivo que nos permitirá empatizar com os locais e gerar soluções baseadas nas suas vontades. Começaremos então o processo como estudantes e, sem pretensão de conhecimento, iremos simplesmente ouvir. Ouvir as pessoas, mas também as estatísticas, os especialistas, os governos, e as instituições locais que nos fornecerão uma percepção muito abrangente da realidade social, económica e política da Cova da Beira. De seguida, criaremos um plano de desenvolvimento económico e social para região. Em eventos organizados pelo PRIP, convidaremos a população e especialistas a participar em tertúlias e debates com a principal propósito gerar ideias para o futuro e ferramentas práticas para que esses projectos saltem do papel para a realidade. Envolver todos os membros da sociedade vai-nos permitir criar um projecto de todos para todos, verdadeiramente democrático, alicerçado nas necessidades e potencialidades reais da população. Elaboraremos um relatório com base nos resultados da investigação, um modelo de desenvolvimento para o futuro da região, com inciativas e propostas feitas à medida da região. Por fim, procuraremos mediatizar o estudo, torná-lo público e apresentá-lo aos vários orgãos de poder local e às instituições. Uma nova visão para a Cova da Beira.

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Encontros de Democracia Económica em Acção

Encontros de Democracia Económica em Acção

Regularmente convidamos todos aqueles interessados no desenvolvimento (social, económico, cultural…) da nossa região para uma nova edição dos EDEA – Encontros de Democracia Económica em Acção. Este ano investigaremos mais aprofundadamente o que significa Democracia Económica, trazendo exemplos práticos de projectos que evidenciam flagrantemente os benefícios de um modelo económico que prima pelo empoderamento das comunidades locais e dos seus habitantes, através de actividades sustentáveis.

É o nosso objectivo criar oportunidades de networking, agilizar a produção e disseminação de ideias, e promover novos projectos. Baseados nas ideias de Democracia Económica, contamos com todos os participantes para co-criarem um evento empolgante, inspirador, e que sirva de alavanca para que sonhos e ideias se começem a materializar.

Por uma região mais sustentável, desenvolvida e dinâmica.

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Círculos de estudo

Círculos de estudo

O PRIP organiza regularmente círculos de estudo sobre Prout, um pouco por todo o país. Fazemo-lo, porque são uma óptima forma de desenvolver conhecimento sobre o nosso contexto sócio-económico, desenvolvendo competências multi-disciplinares essenciais para qualquer pessoa que deseje transformar positivamente a sua comunidade.

Baseados no manual “Tools to Change the World” (Ferramentas para Transformar o Mundo), os participantes têm a oportunidade de ganhar conhecimento sobre o nosso contexto social e, numa dinâmica de grupo, reflectir e debater diversos assuntos, tais como pobreza, o mercado de trabalho, o que constitui uma economia saudável, o que são direitos fundamentais, etc, promovendo assim o desenvolvimento de capacidades essenciais a qualquer activista.

Durante 10 sessões auto-organizadas, os participantes são empoderados com capacidades e conhecimentos necessários para que consigam mudar o mundo à sua volta, para melhor.

 

Actualmente temos círculos de estudo a decorrer em Lisboa, no Porto, na Covilhã e no Fundão.

Se queres participar num círculo de estudos (é completamente grátis) ou precisas de mais informações não hesites em contactar-nos em info@prip.pt

 

 

 

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